Em pleno século XXI, ainda há pessoas que são descriminadas por sua opção sexual, cor, condição social e até mesmo sexo.
Qual é o seu conceito de normalidade? Hoje, milhares de pessoas que a sociedade diz serem anormais sofrem por serem diferentes. Vivemos em uma época que nos força à lidar com as diferenças; não era para existir o preconceito em um tempo que, as diferenças são essenciais.
Os gays, lésbicas e transexuais sofrem por ter uma opção sexual diferente do que a sociedade impôs. Claro, já existem simpatizantes e até pessoas que apóiam o casamento entre eles; até mesmo porquê não há motivos para ser contra o amor – na maioria das mentes, é claro.
Outro preconceito que é inaceitável, diante de que ele está na terra há séculos, é o racismo. Como, em um país miscigenado, descendente de índios, onde a grande parte dos habitantes tem a pele escura, ainda existe esse nível de ignorância?
Não é só aqui, no Brasil, que o racismo nos persegue. Na Europa, Estados Unidos, entre outros locais, é comum comentários ofensivos contra os negros, índios, caboclos e pardos. Ora, porque? Somos todos humanos, com os mesmo desejos, anseios e dores.
Nas favelas, nas periferias... Ai sim, estamos falando da grande massa, vitima do preconceito. São excluídos socialmente, tem uma educação defasada e moram, em sua maioria, em condições precárias. Não são aceitos por pessoas mais favorecidas e, dependem apenas da sua força de vontade, para vencer a dura realidade que lhes é empurrada garganta abaixo.
Então, chegamos ao preconceito sexual, ou seja, mulheres não são capazes de fazer o que os homens fazem e vice-e-versa. Mesmo que homens e mulheres dividam o trabalho domésticos, mesmo que as mulheres sustentem a casa; sempre existe alguém que vai contra o avanço da humanidade e insiste em continuar com a ignorância do preconceito.
Artigo escrito por Mariana Ribeiro Galdeano.
08/12/2009 – São Paulo, SP.
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